Páginas

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

QGIS 2.0: Geocodificação de endereços através do Google via plugin mmqgis


Transforme Dados Cadastrais em Dados Espaciais

A Geocodificação é um processo que permite transformar endereços listados em planilha eletrônica em objetos espaciais. Você pode utilizar diversos recursos como o Google Fusion Tables para geocodificar endereços. Neste tópico, vamos conhecer os recursos do QGIS 2.0 para concluir essa tarefa.

Geocodificação através do Google

O plugin mmqgis possui um algoritmo que envia os endereços para a base de informação do Google e retorna o resultado em shapefile. Com efeito, todos os endereços vão possuir coordenadas XY e podem ser considerados como informação geoespacial. Este é o método mais fácil até aqui. Como todo aplicativo, há restrições: uma grande quantidade de dados pode apresentar travamentos como ocorre com o Fusion Tables. Os endereços que não obtiveram êxito na geocodificação podem ser armazenados em outro arquivo CSV para avaliação posterior.

domingo, 3 de novembro de 2013

8 Jornadas de SIG Libre (Espanhol FOSS4G), Girona, Espanha

O "Jornadas de SIG Libre" é o FOSS4G Espanhol, realizado em Girona, e organizado pelo Serviço de GIS e Sensoriamento Remoto (SIGTE), da Universidade de Girona. A conferência consiste em um interessante programa de palestras selecionadas, apresentações, workshops, bem como outras atividades FOSS4G relacionados.
Todas as informações estão disponíveis no site: http://www.sigte.udg.edu/jornadassiglibre/

2014/03/26 00:00
2014/03/28 23:59
Etc / GMT
 

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Novo citygeo

Na próxima semana o citygeo trará um novo formato para seu site, trazendo informações e serviços nas mais diversas áreas do geoprocessamento, regularização fundiária, na gestão de resíduos sólidos e do planejamento urbano.
Um grande abraço a todos!!!

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Exploração ilegal de areia destrói vegetação rara no município paraense do Acará

Desde 2011, pesquisadores do Museu Goeldi denunciam a destruição de campinas e campinaranas na região

Agência Museu Goeldi - Em 2011, pesquisadores do Museu Paraense Emílio Goeldi denunciaram a destruição de campinas e campinaranas no município do Acará, no nordeste paraense. Em uma expedição, coordenada pelo biólogo Leandro Ferreira, constatou-se que a exploração ilegal de areia no local, possivelmente utilizada pelas empresas de construção civil da Região Metropolitana de Belém, reduziu os habitats dessa vegetação bastante rara na Amazônia brasileira, cujo processo final de exploração gera crateras de diferentes tamanhos e vários metros de profundidade. Este ano, a situação agravou-se e Leandro Ferreira realizou uma denúncia legal na Secretaria de Estado de Meio Ambiente (SEMA).

A região do Acará, situada a 65.74 km de Belém, é uma das mais desmatadas do Pará e, atualmente, resguarda poucos fragmentos intactos de campinas e campinaranas. Os pesquisadores propõem a criação de um programa de conservação de biodiversidade nas campinas desse município. As campinas e campinaranas são um dos tipos de vegetação menos protegidos pelo sistema atual de unidades de conservação e um dos mais ameaçados na Amazônia.

Campina e campinarana – É sobre solos arenosos que cresce esta vegetação de grande interesse para estudos em biogeografia e distribuição de espécies na Amazônia, devido ao isolamento e à grande variação na composição de espécies. As campinas possuem vegetação de pequeno porte, com arbustos e árvores de até 4m de altura. O dossel é descontínuo, com pequenos fragmentos de bromélias, orquídeas e liquens rodeados de areia branca. Já a campinarana possui alta densidade de árvores de 8 a 10m, que formam um dossel contínuo. Dos mais de 5 milhões km² da Amazônia, a vegetação ocupa apenas 64.000 km² e é bastante frágil aos impactos humanos.

Estudos sobre campinas e campinaranas na Amazônia apontam para a existência de plantas extremamente específicas, com padrões de distribuição geográficos bem delimitados e exclusivos destas áreas. Após a exploração de areia, o que resta nessas áreas são crateras degradadas, já que o solo arenoso possui altas taxas de lixiviação e baixíssimos índices de fertilidade. Na prática, isso significa que o ambiente é vulnerável à erosão e tem baixa capacidade de voltar à condição original por apresentar solos pobres em nutrientes.

No Pará, o Zoneamento Ecológico-Econômico do estado classificaram essas áreas como “Zonas Ambientalmente Sensíveis”, onde são proibidas atividades econômicas que ameacem sua integridade. Esse tipo de vegetação já foi praticamente eliminado da Zona Bragantina no Pará e está sendo destruído em vários outros municípios paraense tais como, Cametá, Mocajuba e Itaituba.

As campinas e campinaranas representam um tipo de vegetação de grande importância para a ciência e é necessário preservar os poucos fragmentos ainda intactos como os existentes na região do Acará. Em virtude da crescente depredação desta vegetação, o Museu Emílio Goeldi está solicitando atenção especial das autoridades ambientais e do Ministério Público do Estado do Pará.


Texto: Luena Barros

sexta-feira, 28 de junho de 2013

gvSIG 2.0: some tricks with folders

http://gvsig.files.wordpress.com/2013/06/wizard_penguin.png In the last posts dedicated to the news of gvSIG 2.0 we have seen how we can create new symbols libraries or thematic maps. In both cases gvSIG stores information in folders.
Let’s see some tricks to the most restless users (and careful).
Deleting a symbols library
Symbols are stored by default in user folder /gvSIG/plugins/org.gvsig.app/Symbols.
Searching this folder we’ll see a subfolder for each symbols library installed in gvSIG. By default it only shows “gvSIG basic” that’s the symbols library that comes with basic installation of gvSIG 2. If you have installed other libraries as Google, OSM, OCHA, … you’ll find a subfolder for each one.
If you want to delete one of them and it is not shown in your gvSIG, it is so easy as delete the subfolder.
This could be very useful when creating our own symbols libraries and we want to test if we can delete it easily.
Joining two symbols libraries
Imagine you want to join two symbols libraries in one or, for example, add a part of the symbols of a library in other. Well, is so easy as copy the content of one in the other. When opening again gvSIG, it will read the new organization of folders/symbols and will show it in the symbology manager.
Deleting a thematic map
In gvSIG 2.0 thematic maps are stored by default inside user folder gvSIG/plugins/org.gvsig.educa.thematicmap.app.viewer/thematicMaps.
Here we find a list of all thematic maps we have been creating and  are available in gvSIG. We’ll find a subfolder for each thematic map created. This subfolder will content two files, a .info and a .gvsthm. To delete a thematic map just delete the corresponding subfolder.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Workshop gratuito apresenta o Projeto Temático GNSS-SP

Evento será realizado em 20 de junho, paralelamente à conferência MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013, em São Paulo (SP)
Workshop gratuito apresenta o Projeto Temático GNSS SP Workshop gratuito apresenta o Projeto Temático GNSS SP
O MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013 – Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais contará com um Workshop que irá apresentar os resultados do Projeto Temático GNSS-SP, promovido pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Este projeto envolve os pesquisadores que atuam na Geodésia, objetivando desenvolver algoritmos e metodologias para várias aplicações, tais como Agricultura de Precisão, Cartografia e Cadastro, Meteorologia e Monitoramento do Nível Médio dos Mares. Para tornar esse objetivo possível, uma rede de estações GNSS deverá ser implantada, a qual propiciará a infraestrutura necessária ao projeto.
Durante o Workshop Projeto Temático GNSS-SP, que será realizado paralelamente ao evento MundoGEO#Connect, os participantes poderão conhecer o andamento das fases do projeto, relacionadas aos temas Geodésia, RTK em rede, Monitoramento da Ionosfera, Posicionamento por Ponto Preciso, entre outros.
A entrada para este e também nos outros eventos paralelos do MundoGEO#Connect 2013 é gratuita, mas é preciso se cadastrar na feira de produtos e serviços para garantir uma vaga.
Inscrições abertas
As inscrições para as atividades do MundoGEO#Connect LatinAmerica 2013, que este ano contará com cursos, seminários, fóruns e workshops também já estão abertas. Para mais informações, acesse a grade completa e veja as opções de participação.
Em caso de dúvidas, mande um email para connect@mundogeo.com ou ligue para (41) 3338-7789 e (11) 4063-8848.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

5as Jornadas da América Latina e do Caribe de gvSIG: "O conhecimento liberta".

De 23 a 25 de outubro de 2013 serão realizadas as 5as Jornadas gvSIG da América Latina e do Caribe (LAC), em Buenos Aires, Argentina, sob o lema "O conhecimento liberta".
Já está aberto o período para  envio de propostas para comunicações. A partir de hoje as comunicações podem ser enviadas ao seguinte endereço eletrônico:jornadas.latinoamericanas@gvsig.org. Toda as informações sobre as normas para a apresentação de comunicações podem ser consultadas no tópico comunicações. O período de submissão de resumos se encerra no dia 6 de setembro.