O deputado Irajá Abreu (PSD/TO) é o autor do Projeto de Lei nº 7.790/2014 que propõe a dispensa de assinaturas de vizinhos de imóvel rural para efeito de georreferenciamento.
A lei atual exige o georreferenciamento dos imóveis para determinar seus limites. Com base nos dados, é emitido um documento assinado por um profissional habilitado. Nos casos de retificação de registro ou averbação, é pedida a assinatura de proprietários de imóveis confrontantes.
O parlamentar sugere que se acrescente no parágrafo 9° do art. 176 da Lei de Registros Públicos (Lei nº 6.015, de 1973), a dispensa da apresentação de carta de anuência de confrontantes na averbação do georreferenciamento do imóvel rural. “Nossa proposta é para facilitar e desburocratizar. Com esse acréscimo no parágrafo 9º no artigo 176, o proprietário do imóvel rural poderá agilizar o processo, pois em muitos casos o registro é demorado e a principal dificuldade é em conseguir a assinatura dos vizinhos”, reforça o deputado.
Benedito Solano
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terça-feira, 3 de março de 2015
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Curso oferece capacitação na ferramenta Google Earth Pro
Treinamento sobre a versão Pro do Google Earth vai acontecer no dia 9 de maio em São Paulo
A próxima edição do MundoGEO#Connect LatinAmerica, Conferência e Feira de Geomática e Soluções Geoespaciais, será realizada de 7 a 9 de maio de 2014, no Centro de Convenções Frei Caneca, em São Paulo (SP). Ao todo serão 36 cursos, seminários, eventos especiais e encontros de profissionais, que acontecerão ao longo de quatro dias – incluindo o pré-evento no dia 6 de maio.
Dentre as atividades confirmadas para o MundoGEO#Connect 2014 está o Curso Google Earth Pro. Com 6 horas de duração, este mini-curso vai apresentar os conceitos e as aplicações do Google Earth Pro, além da integração com o a ferramenta Movie Maker, que traz benefícios, por exemplo, a companhias de energia e serviços essenciais ao apresentar informações de local a clientes em potencial, a empresas de engenharia e planejamento, mostrando superposições de imagens em alta resolução e simplificando as plantas de terrenos, entre outros.
A instrutora será Arlete Meneguette, professora da Unesp Presidente Prudente. Para mais informações e inscrições, acesse a página do Curso Google Earth Pro. As vagas são limitadas!
sábado, 25 de janeiro de 2014
Curso sobre Veículos Aéreos Não Tripulados acontece em São Paulo
Treinamento aborda aplicações, arquiteturas, certificações e outros temas. Inscrições estão abertas
Veículos Aéreos Não Tripulados (VANTs) já são uma realidade no setor de mapeamento, monitoramento e avaliação e, agora, o foco das empresas e dos profissionais passa a ser a otimização dos processos, a qualidade dos produtos gerados e a regulamentação do setor.
Dentre as atividades confirmadas para o MundoGEO#Connect 2014 está o Curso VANTs & Drones. Com 6 horas de duração, este mini-curso vai apresentar as aplicações, as arquiteturas, os tipos de testes aplicáveis e a regulamentação sobre aeronaves não tripuladas.
Os temas trabalhados serão Aplicações Operacionais de VANTs; Principais Sistemas e Arquiteturas; Sistemas de Propulsão; Tráfego Aéreo; Testes de VANTs; Regulamentação Atual no Mundo e no Brasil; Certificações e Processos Relacionados com os VANTs; Acidentes com VANTs, entre outros.
Para mais informações e inscrições, acesse a página do Curso VANTs & Drones. As vagas são limitadas!
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
QGIS 2.0: Geocodificação de endereços através do Google via plugin mmqgis
Transforme Dados Cadastrais em Dados Espaciais
A Geocodificação é um processo que permite transformar endereços listados em planilha eletrônica em objetos espaciais. Você pode utilizar diversos recursos como o Google Fusion Tables para geocodificar endereços. Neste tópico, vamos conhecer os recursos do QGIS 2.0 para concluir essa tarefa.
Geocodificação através do Google
O plugin mmqgis possui um algoritmo que envia os endereços para a base de informação do Google e retorna o resultado em shapefile. Com efeito, todos os endereços vão possuir coordenadas XY e podem ser considerados como informação geoespacial. Este é o método mais fácil até aqui. Como todo aplicativo, há restrições: uma grande quantidade de dados pode apresentar travamentos como ocorre com o Fusion Tables. Os endereços que não obtiveram êxito na geocodificação podem ser armazenados em outro arquivo CSV para avaliação posterior.
domingo, 3 de novembro de 2013
8 Jornadas de SIG Libre (Espanhol FOSS4G), Girona, Espanha
O
"Jornadas de SIG Libre" é o FOSS4G Espanhol, realizado em Girona, e
organizado pelo Serviço de GIS e Sensoriamento Remoto (SIGTE), da
Universidade de Girona.
A conferência consiste em um interessante programa de palestras
selecionadas, apresentações, workshops, bem como outras atividades
FOSS4G relacionados.
Todas as informações estão disponíveis no site: http://www.sigte.udg.edu/jornadassiglibre/
2014/03/26 00:00
Todas as informações estão disponíveis no site: http://www.sigte.udg.edu/jornadassiglibre/
2014/03/26 00:00
2014/03/28 23:59
Etc / GMT
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Novo citygeo
Na próxima semana o citygeo trará um novo formato para seu site, trazendo informações e serviços nas mais diversas áreas do geoprocessamento, regularização fundiária, na gestão de resíduos sólidos e do planejamento urbano.
Um grande abraço a todos!!!
Um grande abraço a todos!!!
sexta-feira, 2 de agosto de 2013
Exploração ilegal de areia destrói vegetação rara no município paraense do Acará
Desde 2011, pesquisadores do Museu Goeldi denunciam a destruição de campinas e campinaranas na região
A região do Acará, situada a 65.74 km de Belém, é uma das mais desmatadas do Pará e, atualmente, resguarda poucos fragmentos intactos de campinas e campinaranas. Os pesquisadores propõem a criação de um programa de conservação de biodiversidade nas campinas desse município. As campinas e campinaranas são um dos tipos de vegetação menos protegidos pelo sistema atual de unidades de conservação e um dos mais ameaçados na Amazônia.
Campina e campinarana – É sobre solos arenosos que cresce esta vegetação de grande interesse para estudos em biogeografia e distribuição de espécies na Amazônia, devido ao isolamento e à grande variação na composição de espécies. As campinas possuem vegetação de pequeno porte, com arbustos e árvores de até 4m de altura. O dossel é descontínuo, com pequenos fragmentos de bromélias, orquídeas e liquens rodeados de areia branca. Já a campinarana possui alta densidade de
Estudos sobre campinas e campinaranas na Amazônia apontam para a existência de plantas extremamente específicas, com padrões de distribuição geográficos bem delimitados e exclusivos destas áreas. Após a exploração de areia, o que resta nessas áreas são crateras degradadas, já que o solo arenoso possui altas taxas de lixiviação e baixíssimos índices de fertilidade. Na prática, isso significa que o ambiente é vulnerável à erosão e tem baixa capacidade de voltar à condição original por apresentar solos pobres em nutrientes.
No Pará, o Zoneamento Ecológico-Econômico do estado classificaram essas áreas como “Zonas Ambientalmente Sensíveis”, onde são proibidas atividades econômicas que ameacem sua integridade. Esse tipo de vegetação já foi praticamente eliminado da Zona Bragantina no Pará e está sendo destruído em vários outros municípios paraense tais como, Cametá, Mocajuba e Itaituba.
As campinas e campinaranas representam um tipo de vegetação de grande importância para a ciência e é necessário preservar os poucos fragmentos ainda intactos como os existentes na região do Acará. Em virtude da crescente depredação desta vegetação, o Museu Emílio Goeldi está solicitando atenção especial das autoridades ambientais e do Ministério Público do Estado do Pará.
Texto: Luena Barros
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